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Especial Brincadeiras Regionais | SUDESTE

Em São Paulo, a diversão de todos os povos

Ana Ligia Scachetti

Especial Brincadeiras Regionais

A viagem pelas brincadeiras brasileiras começa em São Paulo. Nos arredores da maior cidade do Brasil, se encontra uma vastidão delas. Muitas também são comuns em outras regiões. Natural, já que São Paulo é terra de mineiros, gaúchos, baianos, japoneses e tantos outros migrantes e imigrantes.

A menos de 30 quilômetros da metrópole, em Carapicuíba, ao lado de uma construção jesuítica, está a Associação da Aldeia de Carapicuíba (OCA). Dezenas de brincadeiras sobrevivem por lá nas mãos e nos olhares concentrados das crianças que frequentam a ONG e que têm períodos livres para brincar. Três delas são apresentadas nesta página e nas seguintes. "Cada geração nos traz alguns jogos", conta Lucilene Silva, coordenadora da OCA.

Na aldeia indígena Krukutu, em São Paulo, as gerações passaram, mas a tradição permaneceu. Lá estão representantes dos primeiros nativos do Brasil. Eles vivem a cultura de seus ancestrais, se comunicam em guarani e brincam com a peteca feita de palha de milho. São prova viva de que o brincar é mutante, mas também pode sobreviver às pressões do progresso.

Veja as quatro brincadeiras de São Paulo

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Publicado em NOVA ESCOLA Edição 252, Maio 2012. Título original: Quem quer brincar, põe o dedo aqui

 

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