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Brincadeiras do Sul: as tradições de respeito nos jogos dos gaúchos

Fernanda Salla

Especial Brincadeiras Regionais

Nem o frio de 6 graus Celsius impede as crianças de saírem de casa para brincar no bairro Boa Saúde, em Novo Hamburgo, a 50 quilômetros de Porto Alegre. Lá, a rua ainda é o lugar preferido para a diversão dos pequenos. As árvores espalhadas pela lateral das vias servem de esconderijo para o esconde-esconde. E as ladeiras são responsáveis por dar velocidade aos carrinhos de lomba. "Claro que nos preocupamos com nossos filhos, mas não podemos deixar isso impedir que eles continuem brincando. Ficamos de ouvidos atentos e, se preciso, vamos juntos com eles para a rua", afirma Rosane Romanini, mãe de um dos meninos da turma, educadora e pesquisadora do brincar.

Já na capital gaúcha, os casos de violência deixam a preocupação com a segurança das crianças mais forte. Por isso, as instituições e as escolas acabam se tornando os locais de sobrevivência das brincadeiras. O Centro Infanto-Juvenil Murialdo é um desses espaços. A cartela de opções é vasta, mas coelho sai da toca e vivo-morto são algumas das atividades preferidas da turminha. As educadoras ensinam as regras e depois não há quem controle a meninada, que brinca sozinha nos intervalos e leva para fora dali as tradições aprendidas.

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Publicado em Setembro de 2012. Título original: Tradições de respeito entre os gaúchos

 

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