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Brincadeiras do Sul: Taco

Fernanda Salla

Brincadeiras do Sul: Taco. Foto: Danny Yin
Especial Brincadeiras Regionais

Como brincar: Deve-se formar duas duplas, cada uma composta por um rebatedor, que segura um taco de madeira, e um arremessador. Eles ficam em uma base (um círculo desenhado no chão) e no centro dela encontra-se uma garrafa plástica com um pouco de areia dentro. Quem arremessa deve tentar derrubar a garrafa do time adversário jogando uma bolinha de borracha (ou de tênis) com a mão. Cabe ao rebatedor do outro time defendê-la. Se a garrafa for derrubada, o time que atirou a bola ganha um ponto. Se o rebatedor conseguir defendê-la ou se a bolinha não acertar a garrafa, quem jogou deve correr para pegá-la e voltar à sua base. Enquanto isso, os adversários correm, fazendo um "oito" nas duas bases e, quando se encontram, batem as mãos. Cada volta completa, sem que o arremessador tenha voltado para seu lugar de origem, vale um ponto. O time que completar cinco pontos ou mais primeiro vence a partida. Feito isso, as funções são invertidas: rebatedores vão para o arremesso e arremessadores vão para as rebatidas.

Variações: Em alguns lugares o nome da brincadeira muda. Em Belém do Pará, por exemplo, o taco é conhecido como casinha, castelo ou tacobol. As regras e os acessórios também variam bastante. Há quem substitua a garrafa de plástico por latas de refrigerante ou por três gravetos, que formam uma cabaninha. Em alguns lugares, pode-se derrubar a base com chutes, além da bolada.

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Publicado em Setembro de 2012. Título original: Taco

 

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