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Brincadeiras do Nordeste: os jogos arretados de Pernambuco

Elisângela Fernandes

Especial Brincadeiras Regionais

Depois dos jogos no videogame ou no computador, empinar pipa é o passatempo predileto dos pequenos Jeniffer Tauani Silva de Oliveira, Paulo Henrique Andrade da Silva e Almir Felipe Soares da Silva, todos com 8 anos. Eles são alunos do Sesc Ler de Surubim, a 120 quilômetros de Recife, e na cidade conseguem espaço para correr soltando a linha.
Já na capital pernambucana, os espaços para brincar são mais reduzidos e nem sempre a rua é uma boa opção. Por isso, Maria Isadora Benisson, 9 anos, aluna da Escola Waldorf, aproveita o salão de festas do condomínio onde mora para se divertir.

"Aqui na escola fazemos um resgate forte dessas práticas e todos os dias as aulas começam com uma brincadeira", conta a professora Isabela de Holanda. Assim, um vai aprendendo com o outro. Como resultado, diversões que não precisam de muito espaço - como passarás, trem maluco e passa-anel - sobrevivem em qualquer cantinho do prédio, da escola ou mesmo do apartamento.

As quatro brincadeiras de Pernambuco

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Publicado em Setembro de 2012. Título original: O brincar arretado de Pernambuco

 

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